2 Comments

  1. Hello Nick, well interesting this your approach of dividing feedback into two aspects as well as you assert that virtual contact whatever it is never equals face-to-face!

    Following a virtual course (which by the way, I write) is never the same as studing in a classroom live, in color and moving, living the mood of the environment.

    It’s like watching football on TV and being in the stands cheering and making inelegant comments about the second mother of the referee; because he has two. One is at home, and the other he leads to the game!

    This has permeated in our unconscious since the time of the caves, where our heroic ancestor should have a very weak verbal vocabulary (grunts?) And communicate basically with his body language (quite incisively, certanly!).

    But I believe that starting from face-to-face, feedback will always have the parts implicits and explicits.
    One could say that the deficiency in the level of explicit feedback is a weakness of the boss, because of his lack of knowledge of the power of well-used body language.
    Thus, application in the proper dose, whether of one or the other, is what characterizes a true leader.

    The existence of both aspects of feedback is not criticized. They will always exist.
    The unpreparation is criticized, when dosing each one in the respective conditions of the moment. Whose negative aspect exist in only little level in a resilient leader.
    Obviously the Internet has come to stay and it is up to everyone to minimize the noise in the implicit feedback by giving more attention to this form of communication

    A big hug from your assiduous read

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    Olá Nick, bem interessante essa sua abordagem de dividir o feedback em dois aspectos, assim como você afirmar que o contato virtual seja qual for ele nunca é igual ao cara-a-cara!
    Seguir um curso virtual (que aliás eu escrevo) nunca é a mesma coisa como a gente estar numa sala de aula ao vivo, a cores e em movimento, viver o clima do ambiente. É como a gente ver futebol pela TV e estar nas arquibancadas torcendo e fazendo comentários maldosos sobre a segunda mãe do árbitro; pois ele tem duas. Uma está em casa, e a outra ele leva para o jogo!

    Isso está impregnado no nosso inconsciente desde o tempo das cavernas, onde o nosso heroico ancestral deveria ter um fraquíssimo vocabulário verbal (grunhidos?) e se comunicar basicamente com sua linguagem corporal (de forma bem incisiva!)
    Mas acredito que partindo do cara-a-cara, o feedback sempre terá as partes implícitas e explicitas. Poder-se-ia dizer que a deficiência no nível de feedback explicito é uma fraqueza da chefia, pelo seu desconhecimento do poder da linguagem corporal bem utilizada. Assim, aplicação na dose adequada quer seja de uma ou de outra é que vem caracterizar um verdadeiro líder.
    Não se critica a existência dos dois aspectos do feedback. Eles sempre existirão. Critica-se o despreparo ao dosar cada um nas respectivas condições do momento. Aspecto negativo que um líder resiliente pouco deve possuir.
    Obviamente a Internet veio para ficar e cabe a todos minimizar os ruídos no feedback implícito dando mais atenção a esse forma de comunicação
    Um grande abraço do seu assíduo leitor
    http://www.elazierbarbosa.com.br

    1. Elazier — thank you so much for your wonderful comment and musings on the ins and outs of implicit and explicit feedback. Indeed, we need to learn new skills to be able to cope effectively in the new world, combined as it is from the old face-to-face world and the new virtual.

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